The Resistance na NME magazine

A revista NME publicou uma edição contendo uma matéria sobre o novo álbum da banda, o “The Resistance”.

A matéria traz o nome das 11 faixas e revela algumas curiosidades sobre “United States of Eurasia”, “Undisclosed Desires” e “Unnatural Selection”.

Clicando na miniatura ao lado você pode ver o scan original (em inglês) desta matéria.

Novo Álbum do MUSE – Primeira Audição.

Matt Bellamy e companhia convidaram a NME para o seu estúdio na Itália para ouvir o novo disco da banda.

Muse revelou a Tracklist de seu quinto disco, “The Resistance”, e permitiu à NME escutar o novo disco em seu estúdio em Lake Como, Itália.

A banda irá lançar seu disco em 14 de setembro, e têm trabalhado nele o ano todo, livre de qualquer prazo.

“Nós não tínhamos um limite de tempo para trabalhar no disco, e isso foi algo ótimo para nós” explica Matt Bellamy. “Para algumas bandas isso pode ser uma desvantagem o que pode significar que eles podem modificar as músicas por muito tempo, mas para nós definitivamente é a melhor coisa”.

Pela primeira vez o disco é produzido pela própria banda.

“Como nós não tínhamos produtor, nós tínhamos que resolver todas as discussões sobre as músicas nós mesmos,” mencionou o baterista Dom Howard sobre como a banda se mantém em ordem. “Assim quando duas pessoas têm um desentendimento fica para a outra pessoa resolvê-lo!”

Em se tratando das músicas, algumas, como “Unnatural Selection”, são feitas com os longos riffs de Bellamy, enquanto em “Undisclosed Desires” apenas o vocal é o mais usado, e o restante do som é feito com um padrão de batidas eletrônicas e uns ‘slap bass’ de Chris Wolstenholme. “Eu sei que provavelmente não seja legal fazer uns ‘slap bass’,” ele admitiu, “mas naquela música pareceu funcionar, então eu mantive.”

Outros destaques incluem “United States of Eurasia”, que possui todo um clima “multi tracked queen style” no vocal, e, no encerramento, a “Exogenesis Symphony” de três partes, que possui mais de 15 minutos e é a coisa mais bombástica que o Muse já fez. Com o piano clássico do Bellamy e toda uma orquestra de fundo, o cantor diz que durou “cerca de três meses, acertando e errando” para por os dois juntos.

“Eu meio que tive que fazer com que os outros dois confiassem um pouco em mim naquela faixa,” ele riu. “Mas acho que acabou se tornando algo fantástico.”

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Steff

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