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	<title>Muse BR &#187; entrevista</title>
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	<description>Fã site oficial do MUSE no Brasil</description>
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		<title>[Tradução] Muse na Q Magazine de agosto</title>
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		<pubDate>Fri, 01 Jul 2011 00:22:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>mems</dc:creator>
				<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
		<category><![CDATA[álcool]]></category>
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		<category><![CDATA[kate hudson]]></category>
		<category><![CDATA[q magazine]]></category>
		<category><![CDATA[Reading and Leed Festival]]></category>

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		<description><![CDATA[A edição de agosto da revista traz uma ótima entrevista com o Muse e fotos lindas. Os scans podem ser vistos aqui e vocês conferem a tradução abaixo: Dezessete anos atrás, três adolescentes de Devon esboçaram um plano para conquistar o mundo. Uma estranha “aventura no banheiro selvagem” e uma batalha com o álcool à [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A edição de agosto da revista traz uma ótima entrevista com o Muse e fotos lindas. Os scans podem ser vistos <a href="http://www.musebr.com/galeria/displayimage.php?album=lastup&amp;cat=10&amp;pid=12188#top_display_media" target="_blank">aqui</a> e vocês conferem a tradução abaixo:</p>
<p><a href="http://www.musebr.com/v3/wp-content/uploads/2011/06/QMag-agosto_compressed.jpg" rel="lightbox[14446]"><img class="size-medium wp-image-14447 alignleft" src="http://www.musebr.com/v3/wp-content/uploads/2011/06/QMag-agosto_compressed-222x300.jpg" alt="" width="222" height="300" /></a></p>
<p>Dezessete anos atrás, três adolescentes de Devon esboçaram um plano para conquistar o mundo. Uma estranha “aventura no banheiro selvagem” e uma batalha com o álcool à parte não foram muito desafiadoras para o Muse. Então agora eles estão indo para o espaço.</p>
<p>Hoje é sexta-feira 13 e do camarim do estúdio fotográfico Big Sky, no norte de Londres, vem um enorme estrondo. Segundos depois, o frontman do Muse, Matt Bellamy, e o baterista Dom Howard surgem, de olhos arregalados, mas calmos. “Um espelho gigante se desprendeu da parede e quase caiu em cima de mim e de Dom”, Bellamy anuncia. Gigante como, Q pergunta? Como se valesse setenta anos de azar se quebrasse? “Provavelmente”, o vocalista dá de ombros. “Mas o importante é que não quebrou”.</p>
<p>Em outras palavras, é improvável que a sorte do Muse acabe tão cedo. Dezessete anos após se juntarem como um trio obcecado por grunge, os então adolescentes de Devon furtivamente ascenderam à atual posição que ocupam, a de uma das melhores bandas de rock do planeta. Consequentemente, eles podem bancar o ano inteiro de folga. Fora a meia dúzia de shows que fizeram com o U2 na América do Sul em abril, em que se apresentaram para um total de meio milhão de pessoas, seguidos por outros shows na Rússia e nos Estados Unidos, 2011 será efetivamente um longo final de semana para o Muse.</p>
<p>Hoje, entretanto, há trabalho para ser feito. Em outras palavras, ser fotografado e entrevistado pela Q e principalmente anunciar a aparição do trio nos festivais de Reading e Leeds, em que eles tentarão superar os shows no Wembley em 2010 e planejam marcar o 10º aniversário de seu álbum Origin of Symmetry, de 2011, tocando-o na íntegra ao vivo pela primeira vez e em um palco inspirado em sua capa.</p>
<p>Eles começaram a ensaiar para os shows ontem, trabalhando com músicas que não tocavam há anos. A Q pergunta: sinceramente, como estão indo os ensaios?</p>
<p>“Hmm, estão ok”, responde afavelmente o baixista Chris Wolstenholme. “Nós tocamos Hyper Music pela primeira vez em sete anos. Soou como uma banda cover de colégio, para ser honesto”.</p>
<p>Reading ocupa um lugar especial nos corações dos membros do Muse, já que foi o primeiro festival que eles visitaram juntos, quando tinham 14 ou 15 anos. Em 1993, eles viajaram juntos de Teignmouth para lá, acamparam juntos, ficaram drogados juntos e deram mosh juntos no show do Rage Against The Machine.</p>
<blockquote><p>“E foi definitivamente o lugar em que aconteceram minhas primeiras experiências sexuais”, diz Bellamy, sorrindo com a memória de seus primeiros amassos dentro da tenda de acampamento. “Eu não perdi minha virgindade no Reading. Perdi um pouco antes, mas eu definitivamente continuei, aprendi e pratiquei um pouco mais lá. Eu tenho algumas outras lembranças desagradáveis, que não tenho certeza se devo compartilhar”.</p></blockquote>
<p>Ah, vamos lá, conte, sim&#8230;</p>
<blockquote><p>“Bom, os caras não gostariam que eu contasse isso,” ele sussurra, “mas eu lembro de uma vez em que os banheiros não estavam funcionando porque havia chovido. Nós não tivemos outra saída a não ser encontrar outros métodos de nos aliviarmos”.</p></blockquote>
<p>Você está nos contando que vocês cagaram atrás de uma cerca?</p>
<blockquote><p>“Exatamente! Houve algumas aventuras no banheiro selvagem”.</p></blockquote>
<p>Dada a sua natureza grungy, também, o público do festival obviamente tem a reputação de lançar projéteis horríveis em direção ao palco. O Muse teve algumas experiências através da perspectiva da banda: teve um festival em Moscou em que choveram moedas neles, aquele na França, em que jogaram garrafas, e o festival de metal no Arizona em que serviram de alvos móveis para uma substância marrom que eles esperam que seja lama.</p>
<p>Mas, lá em 1993, eles se envolveram alguma vez no ritual de atirar uma garrafa com urina no palco?</p>
<blockquote><p>“Não, eu nunca fiz isso”, diz Wolstenholme. “Me acertaram algumas, mas eu nunca realmente joguei uma”.</p>
<p>“Eu também nunca atirei uma garrafa de mijo”, diz Howard. “Mas uma vez eu fui me enfiando no meio do público para chegar na grade e jogaram uma garrafa na minha cabeça, que foi atingida com urina”.</p>
<p>“Não posso dizer que eu tenha ido tão fundo”, Bellamy declara, rindo. “Mas eu me lembro de ter sido coberto por papel higiênico molhado. Só não tenho certeza de como o papel ficou molhado&#8230;”.</p></blockquote>
<p>O Muse claramente percorreu um caminho muito, muito longo. Pergunte como uma banda – nas palavras deles – tão uncool tornou-se enormemente bem-sucedida em escala global e prontamente eles colocam a cabeça para funcionar. Então, várias teorias começam a aparecer: Chris diz que se deve ao fato de terem feito turnês como doidos. Dom reconhece que é porque eles são “intrusos”, funcionando nos limites da moda musical.</p>
<blockquote><p>“Sei lá, sério”, diz Matt. “Quer dizer, eu amo música. Muita gente tem a ideia de que música é algo fácil e bobo. Para mim, só é fácil e bobo quando eu estou ouvindo. Quando eu toco, acredito nela, cara (risos). Estou lá. Quer dizer, em Knights of Cydonia, eu tenho emoções muito estranhas. Então eu presumo que as pessoas tenham esses sentimentos também. Mas eu devo dizer que às vezes, quando eu ouço nossa música ou a escuto à distância, penso ‘é realmente dessa banda que eu faço parte?’”</p>
<p>“Existem alguns shows que nós fazemos e se destacam por serem um pouco fora de nosso alcance às vezes”, admite Wolstenholme. “Como a turnê nos estádios que fizemos no verão passado. Nós sentimos que chegamos lá”.</p></blockquote>
<p>Em mesa do lado de fora do estúdio, na sacada, onde os três membros do Muse serão entrevistados separadamente, o baixista fuma Marlboro Lights e recolhe-se em seu modo efusivo. Wolstenholme é alto, forte, ligeiramente careca e é o único membro que não teve sua vida pessoal afetada pela carreira de rockstar internacional. Ele passa muito tempo com sua esposa de longa data e cinco filhos em Oxshott, perto de Leatherhead , “onde todos os jogadores do Chelsea moram”.</p>
<p>Já Bellamy e Howard poderiam ser irmãos, já que compartilham características como a estatura diminuta, similaridades faciais e modos de viver parecidos, pois ambos dividem seu tempo entre Londres e LA. O primeiro fala rápido e se remexe dentro de seu terno Vivienne Westwood, tem olhos azuis penetrantes e troca os “r”s por “woo”. O segundo tem uma certa atitude cool de baterista rock star, assim como seu ex-herói e agora amigo Roger Taylor, do Queen. Com seus cabelos sutilmente esculpidos e impressionantes dentes brancos, ele tem um ar de playboy – Dom coleciona peças de art pop surrealista e é solteiro, ou “relativamente livre de compromisso”, como ele gosta de dizer.</p>
<p>Muse trabalha em uma área musical própria e colheu bons frutos por isso. Seu último álbum, por exemplo, The Resistance, encabeçou as paradas de sucesso em incríveis 19 países. A banda soltou balões de OVNI cheios de gás hélio, chamou pessoas para marcharem pelo palco empunhando bandeiras e, com isso, seu show se tornou um espetáculo que combina com as proporções épicas de sua música.</p>
<p>Claro que, como eles usam cenários de palco um tanto ambiciosos, eles ficam sujeitos a problemas. A turnê norte-americana no outono passado, por exemplo, viu o trio se apresentar em cima de torres hidráulicas e começar o show atrás de cortinas que iriam dramaticamente cair em um ponto crucial de Uprising. Na segunda noite de show, no Staples Center em LA, diante de uma multidão que incluía representantes do Grammy e estrelas de Hollywood, a cortina de Bellamy quase o sufocou e a de Wonstenholme não chegou nem a cair.</p>
<blockquote><p>“Só que eu esqueci que obviamente havia câmeras lá, então as pessoas podiam me ver nos telões, ‘com cara de que diabos tá acontecendo?’ Foi meio humilhante”, relembra Chris.</p>
<p>“A minha caiu e ficou presa na minha cabeça, eu parecia um fantasma gigante. Fiquei debaixo daquilo e no meio da música, consegui tirá-la de mim, só eu e Dom ficamos visíveis e a de Chris só caiu quando a música terminou”, ri Bellamy.</p></blockquote>
<p>Não que isso tenha desanimado os organizadores do Grammy, que depois convidaram o Muse para tocar na cerimônia de 2011, em 13 de fevereiro, em LA. Naquela noite, diante de uma audiência que abrangia nomes de peso como Neil Young, Jennifer Lopez, Nicole Kidman e Lady Gaga, o Muse saiu com o prêmio de Melhor Álbum de Rock, por The Resistance. Eles foram avisados até por seus managers americanos de que não tinham chance de levar o prêmio para casa, então ficaram estupefatos quando foram anunciados como vencedores, fato evidenciado pela fala enrolada de Matt Bellamy.</p>
<blockquote><p>“Eu definitivamente não sei fazer discursos. Foi terrível no palco, eu preciso fazer aquela terapia do filme O Discurso do Rei. Cheguei lá e disse ‘Muito obrigado, uau, uma grande surpresa’. Foi bem vago, Barry Manilow estava sentado na minha frente e eu me distraí com ele&#8230;”, Matt diz.</p></blockquote>
<p>Mais tarde naquela noite, Howard deu uma festa pós-Grammy que teve como tema o México, repleta de mariachis e que aconteceu em sua villa de estilo espanhol, em Hollywood Hills. A casa tem como característica mais marcante o bar escuro, cujas paredes são cobertas por painéis de madeira, onde as socialites de Hollywood costumam dançar a noite toda em cima de sua mesa de sinuca.</p>
<p>“Lindsay Lohan estava lá, aparentemente”, ele diz com uma combinação de alegria e indiferença. “Não a vi. Na verdade, fiquei surpreso que tenham a deixado entrar”.</p>
<p>No momento, os holofotes de Hollywood estão sobre o Muse devido ao romance de Matt Bellamy e Kate Hudson, estrela de filmes de comédia romântica e filha de Goldie Hawn. Matt passou a atrair, da noite para o dia, a atenção dos paparazzi internacionais, que nunca teriam olhado para ele se não fosse por causa de sua namorada.</p>
<p>A relação dos dois começou como um típico romance do mundo do showbiz. Eles se conheceram brevemente em 2007 na Austrália, onde o Muse estava fazendo um show e Hudson estava gravando um filme. Em 2010, no festival Coachella, eles ficaram juntos. Doze meses depois, estavam noivos e agora, estão esperando um filho.</p>
<p>No Coachella, o cantor inicialmente impressionou Kate com um gesto de cavalheirismo: ela havia se perdido de seus amigos e ele a ajudou a encontrá-los.</p>
<blockquote><p>“Nós nos esbarramos, lembramos um do outro e foi isso, sabe”, ele ri. “Foi quase que instantâneo, pode-se dizer”.</p></blockquote>
<p>E isso o lembrou de alguma de suas experiências quando jovem, no Reading? Você a convidou para sua barraca?</p>
<blockquote><p>“(Risos) Ah, o que nós tínhamos lá? Pequenas cabanas, do tipo dormitório”.</p></blockquote>
<p>Agora, claro, as revistas de fofoca frequentemente trazem fotos de Matt e Kate fazendo compras ou andando de bicicleta em Los Angeles, andando em aeroportos e trocando carinhos em mesas de restaurantes chiques. Isso entra na cabeça do garoto de Teignmouth?</p>
<blockquote><p>“Bom, eles estão olhando para ela”, ele insiste. “Então tá tudo bem, mas eu não gosto de ficar vendo essas coisas, dou uma filtrada. De repente, umas pessoas aleatórias que você nunca viu antes começam a falar de boatos relacionados a você. Você não percebe, até estar nesse meio, a quantidade de mentiras que são inventadas”.</p></blockquote>
<p>Para Howard, vizinho de Bellamy em LA, o trabalho secundário como alvo de paparazzi de seu amigo de banda é claramente motivo de diversão.</p>
<blockquote><p>“É, fotos de Matt na praia e andando por aí de pijamas. É um pouco estranho, mas isso é o que acontece quando você se envolve no universo de Hollywood. Repentinamente, é uma coisa a mais para ele se acostumar e não é fácil. Mas ele está feliz”.</p></blockquote>
<p>Matt diz que sair com seus futuros sogros e estrelas de Hollywood, Goldie Hawn e Kurt Russel, tem dado a ele experiência para encontrar um equilíbrio entre a fama e a vida normal em família.</p>
<blockquote><p>“Goldie é uma mulher incrível. Muito pé-no-chão, sempre coloca a família em primeiro lugar e essas coisas. Eles são uma família única, muito diferente do que eu tenho visto por aí. Não é bom ficar muito deslumbrado com o glamour de Hollywood, levar tudo muito a sério. É ótimo estar perto dela”.</p></blockquote>
<p>Do lado oposto da balança, em termos de glamour e sofisticação, que abrange a imagem pública de Matt, está a fan page no Facebook criada em homenagem ao Matt Bellamy Bêbado, inspirado em sua aparição em uma cerimônia de premiação em fevereiro. Em um vídeo de entrevista no backstage, que inevitavelmente transformou-se em um viral, o vocalista joga framboesas no rosto de Dominic, que tenta responder a uma pergunta e ainda depara-se com frases como “Quem você pensa que é?” e “Fuck off, you cunt”.</p>
<p>“É, o vídeo comigo bêbado e agindo estranhamente”, o frontman diz, com aparente vergonha. “Talvez a máscara da banda tenha caído ali. As pessoas puderam ver como nós somos de verdade”.</p>
<p>Entretanto, o rock ‘n’ roll causa alguns danos, como nós sabemos. No lado mais sombrio dessas peripécias embriagadas, no ano passado Chris Wolstenholme quase se tornou um grande alcóolatra. Isso foi um exagero?</p>
<blockquote><p>“Não mesmo”, ele ri, um tanto nervoso. “Sempre fui um grande bebedor, principalmente aos 16 ou 17 anos. Mas acho que, estando na banda, tendo bebida ao seu redor o tempo todo e sofrendo com o stress de ter que conciliar a banda e a família, ficou pior. Principalmente na época de The Resistance”.</p></blockquote>
<p>Conforme ele mesmo conta atualmente, com o jeito de uma pessoa que teve maus momentos e renasceu, o baixista estava se matando com álcool. Ele sente que, de alguma forma, foi um reflexo do alcoolismo crônico que matou seu próprio pai aos 40 anos. Em seus piores momentos, Wolstenholme diz que começava o dia com um copo de suco e spirits (bebida destilada), antes de partir para uma tarde regada a cervejas, duas garrafas de vinho à noite e outro copo de spirit e suco para fechar a noite.</p>
<blockquote><p>“Eu estava perdendo a cabeça e precisava beber para sair da cama de manhã. Cheguei ao ponto de vomitar sangue em uma manhã de Natal, estava fora de mim. Meu pensamento era de ‘ah, não vou beber spirits hoje, só cerveja’. Você não pensa direito e não percebe que está se matando lentamente”, ele diz. “Ou mesmo que perceba, você simplesmente chega ao ponto de não se importar com mais nada”.</p></blockquote>
<p>O ápice do problema foi durante a gravação de The Resistance, em 2008, quando o baixista estava ausente ou bêbado no estúdio.</p>
<blockquote><p>“Ele estava mesmo um tanto vazio naquela época”, Howard admite. “Foi difícil para mim e Matt, Chris estava meio bêbado quando foi gravar algumas partes do baixo”.</p>
<p>“Só que o Chris, no entanto, é um músico tão brilhante que suas habilidades motoras não são afetadas pelo álcool. Então ele aparecia, tocava muito bem e depois nós não o víamos por um tempo. Nós nem notamos tanto quanto deveríamos notar. Fazíamos um ótimo show, ele ia para o quarto e nós não sabíamos o que estava acontecendo lá. Levou anos para perceber esse comportamento”, Matt complementa.</p></blockquote>
<p>Tanto Matt quanto Dom achavam difícil abordar esse assunto com Chris, embora eles digam que tenham tentado.</p>
<blockquote><p>“É muito difícil falar sobre isso com alguém que está passando pelo problema”, diz o vocalista, “porque às vezes, você começa a falar e a pessoa se afasta”.</p>
<p>“Não sabíamos como lidar com isso”, diz Dom. “Tipo, por que ele está fazendo isso consigo mesmo e cometendo esses excessos? Às vezes, quando as pessoas têm problemas, é preciso evitar esses assuntos, você faz vista grossa. Nós o confrontamos sobre a bebida algumas vezes durante os anos, mas é difícil”.</p></blockquote>
<p>Para Wolstenholme, fazer 30 anos em dezembro de 2008 provocou um colapso emocional. “Fiz 30 anos e de repente percebi o quanto me sentia sem saúde e inadequado. Tive aquele ‘insight’ e um ataque de fúria”.</p>
<p>Tendo se automedicado com álcool para combater os ataques de pânico que ele tinha desde a juventude, parar de vez com a bebida intensificou sua ansiedade terrivelmente.</p>
<blockquote><p>“Passei por uma semana infernal. Deitado na cama, eu não consegui dormir por quatro dias. Não que nem em Trainspotting, mas não estava tão longe daquilo. Eu genuinamente pensei  que fosse morrer ali. Se eu tenho momentos em que eu quero beber de novo, me lembro daquela semana e penso ‘Ou eu começo a beber de novo e morro por causa disso ou páro de novo e passo por tudo aquilo mais uma vez’”.</p></blockquote>
<p>Quando Wolstenholme anunciou aos amigos de banda que finalmente largou o álcool, prioritariamente para divulgar The Resistance, todos ficaram muito aliviados.</p>
<blockquote><p>“Estamos muito felizes por ele agora”, diz Howard. “Porque ele esteve sob essa nuvem negra por uns 10 ou 12 anos”.</p>
<p>“É algo que terminou por vontade dele mesmo. Ele fez muito bem e está sóbrio há bastante tempo”, fala Matt.</p>
<p>“Eu me sinto feliz como não me sentia há muitos anos. E acho que minha relação com os caras da banda, a relação com minha esposa e com todo mundo que eu conheço está mil vezes melhor. E fora o 1 ou 2% das vezes em que eu estou estressado e quero uma bebida, no resto do tempo eu me sinto muito, muito feliz”.</p></blockquote>
<p>Se do lado de fora parece que o Muse aproveitou uma imaculada ascensão, os próprios membros da banda admitem que nem sempre aconteceu isso. Para alcançar as proporções de estádio, eles passaram por muitos momentos desanimadores. Howard aponta o período do Black Holes and Revelations como “nós estávamos sendo muito consumistas e estávamos fodidos no fim da turnê”. Bellamy, por outro lado, acha que os dias sombrios do Muse foram durante a época de Origin of Symmetry.</p>
<blockquote><p>“Foi a primeira vez em que as portas começaram a se fechar. Nós saímos da gravadora americana e não estávamos indo bem em certos países, embora fôssemos um sucesso na Inglaterra. Então perdemos nosso manager, acabamos nos envolvendo em assuntos legais e perdemos muito dinheiro. Aquele foi um período difícil”.</p>
<p>“Estávamos fazendo muitas turnês”, Howard relembra, “e levamos tudo muito a sério e ficamos muito estressados”.</p>
<p>Em toda sua raiva e frustração, o Muse se lembra de alguns momentos chatos que passaram. Bellamy menciona de certa vez que a banda foi convidada para abrir um show da banda de ska punk de Gwen Stefani, o No Doubt, em uma premiação da MTV Alemã, mas no último minuto o show foi cancelado.</p>
<p>“Nós acabamos quebrando tudo em nosso camarim, chegando ao ponto de termos feito até um tipo de pirâmide usando o frigobar, mesas e cadeiras que tinham por lá. Depois disso, uns três dias depois, recebemos a conta das despesas”.</p></blockquote>
<p>Em outro show, mais ou menos na mesma época, Matt pegou o amplificador de sua guitarra e o jogou contra uma mesa de mixagem que existia no palco, destruindo-a completamente.</p>
<p>“Nós fomos multados em umas £15.000 por aquilo e fomos proibidos de alugar equipamentos em toda a Europa” relembrou o músico.</p>
<p>Apenas em algumas ocasiões que a ira da banda realmente acabou em algo físico. Houve uma vez nos estúdios Sawmills em Cornwall, isso em 1998 enquanto gravavam o EP de Muscle Museum, um intenso bate boca entre Matt e Chris resultando em uma &#8216;cadeirada&#8217; jogada pelo baixista contra o vocalista.</p>
<blockquote><p>“Foi como, oh meu deus!”, Bellamy ri. “Foi a partir daquele momento que aprendi a nunca mexer com aquele cara. Eu e Dom sempre tivemos nossos desentendimentos que acabavam em brigas físicas, mas normalmente com ele, eu acabo a briga com minha cabeça contra o chão ou com ele sentado em cima de mim, em alguma situação desagradável, até que eu me acalme. Eu sou bom em discussões, mas se isso continua por muito tempo, isso irá acabar comigo contra o chão”.</p></blockquote>
<p>Howard, enquanto isso, está indeciso sobre quem é o mais encrenqueiro, ele ou o líder da banda.</p>
<blockquote><p>“Isso dá provavelmente num empate”, ele diz. “Eu consigo derrubar ele, mas ele dá uns arranhões e mordidas”.</p></blockquote>
<p>Chris provavelmente derrubaria vocês dois, não?</p>
<blockquote><p>“Ao mesmo tempo! A gente evita discussões com ele”.</p></blockquote>
<p>De volta aos estúdios da Big Sky, os três membros do Muse sentam ao redor de uma mesa, comem alguns sushis e falam sobre o futuro. Eles querem um disco mais &#8216;íntimo&#8217;, possivelmente mais no estilo Pink Floyd, para assim tocarem em grandes estádios ao redor do mundo (Nos EUA eles ainda são do nível de arenas e não estádios) e até quem sabe tocar no espaço, com ajuda da nave do Richard Branson.</p>
<blockquote><p>“Nós ainda estamos tentando ganhar uma viagem grátis nessa nave”, Bellamy diz. “Vou tentar convencer Richard Branson a nos deixar gravar um clipe lá, isso seria incrivelmente legal. Eu ficaria assustado? Acho que não”.</p></blockquote>
<p>Aparentemente, o céu já não é mais o limite para a banda. Junto de Coldplay, Arcade Fire, The Killers e Kings of Leon, o Muse está se tornando uma das bandas mais importantes da atualidade. Maior banda do mundo?</p>
<blockquote><p>Howard brinca “Bom, o U2 não vai durar para sempre”.</p></blockquote>
<p><strong>Os 5 maiores shows do Muse:</strong></p>
<p><em>1º English Riviera Center, Torquay, 26 de novembro de 1994.</em></p>
<p>No ano em que a banda foi formada, o espírito deles foi mostrado no &#8216;batalha das bandas&#8217; (da qual saíram campeões) e mostraram a sua determinação ao público.</p>
<p><em>2º Glastonbury, 27 de Junho de 2004</em></p>
<p>Como atração principal da noite de sábado, o Muse dramaticamente supriu as expectativas do público e mostrou que são altamente capazes de grandes shows.</p>
<p><em>3º Wembley Stadium, Londres, 16 de Junho de 2007</em></p>
<p>O Black Holes and Revelations mostrou a ascensão da banda, os levando para um novo patamar. A partir disso, a turnê foi um enorme sucesso, fazendo com que os ingressos dos dois shows em Wembley fossem esgotados em poucas horas.</p>
<p><em>4º Teignmouth, 5 de Novembro de 2009</em></p>
<p>Prestes a começar a turnê do disco The Resistance, Muse fez um show em sua cidade natal. Nesta noite a banda tocou para o maior público pagante que houve na cidade até então.</p>
<p><em>5º Glastonbury, 26 de Junho de 2010</em></p>
<p>Seis anos depois de ser a atração principal do festival, o Muse volta aos palcos com ainda mais energia. Contando com um set list incrível e ainda a presença de The Edge, colaborando em um cover de Where the Streets Have No Name do U2.<!-- PHP 5.x --></p>
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		<title>Entrevista da Absolute Radio no Ivor Novello Awards</title>
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		<pubDate>Fri, 20 May 2011 19:30:18 +0000</pubDate>
		<dc:creator>lays.howard</dc:creator>
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		<category><![CDATA[awards]]></category>
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		<description><![CDATA[Mais uma entrevista feita durante o Ivor Novello Awards de ontem, mas dessa vez para a Absolute Radio. Chris e Dom falaram sobre as  expectativas para os shows futuros, como o Reading e o Leeds Festival, no qual farão apresentações especiais em comemoração ao aniversário de 10 anos do Origin Of Symmetry, e o show no [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Mais uma entrevista feita durante o Ivor Novello Awards de ontem, mas dessa vez para a Absolute Radio. Chris e Dom falaram sobre as  expectativas para os shows futuros, como o Reading e o Leeds Festival, no qual farão apresentações especiais em comemoração ao aniversário de 10 anos do Origin Of Symmetry, e o show no L.A. Rising, que irão tocar com o Rage Against The Machine. Também comentaram sobre o bebê do Matt e da Kate Hudson, e o noivado deles.</p>
<p>Confira o vídeo:</p>
<p><iframe width="584" height="327" src="http://www.youtube.com/embed/pMl_6CjETK0?wmode=transparent" frameborder="0" wmode="Opaque" allowfullscreen></iframe><!-- PHP 5.x --></p>
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		<title>Prêmio no Ivor Novello Awards e notícias sobre novo álbum</title>
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		<pubDate>Thu, 19 May 2011 21:49:23 +0000</pubDate>
		<dc:creator>lays.howard</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Hoje foi anunciado os vencedores da premiação britânica Ivor Novello Awards, na qual nosso querido power-trio, Muse, levou o prêmio de International Achievement. Quanto a lista dos outros ganhadores, você pode conferir aqui. E as  fotos do evento você pode ver em nossa galeria. Nessa mesma cerimônia, a NME entrevistou o Chris e o Dom, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: center;"><img class="aligncenter size-full wp-image-14233" title="Ivor Novello Awards " src="http://www.musebr.com/v3/wp-content/uploads/2011/05/tumblr_llgki6DRxF1qa47ffo1_500.jpg" alt="Ivor Novello Awards " width="500" height="334" /></p>
<p>Hoje foi anunciado os vencedores da premiação britânica Ivor Novello Awards, na qual nosso querido power-trio, <b>Muse</b>, levou o prêmio de <b>International Achievement</b>.</p>
<p>Quanto a lista dos outros ganhadores, você pode conferir <a href="http://news.qthemusic.com/2011/05/ivor_novello_winners_announced.html" target="_blank">aqui</a>. E as  fotos do evento você pode ver em nossa galeria.</p>
<p>Nessa mesma cerimônia, a NME entrevistou o Chris e o Dom, que revelaram algumas boas informações sobre o próximo álbum.</p>
<p>Segundo eles, o sucessor do The Resistance sai ano que vem (!!!) e será um álbum mais &#8220;suave&#8221;.</p>
<p>Dom disse que esse álbum pode marcar uma mudança no estilo da banda.</p>
<blockquote><p>Matt me mostrou alguns acordes recentemente. Quem sabe, talvez seja um rock mais suave, mas cabe a mim e ao Chris tornar isso rock pesado novamente. Uma canção de ninar pesada! Mas eu tenho certeza que isso vai avançar de alguma forma.</p>
<p>Levaremos o tempo que for preciso realmente, porque temos que amá-lo antes do que simplesmente lançá-lo para todo o mundo. Mas, definitivamente no próximo ano&#8230;</p></blockquote>
<p>O que só reforça a declaração que o Matt deu um tempo atrás, dizendo que seria um álbum mais intimista.</p>
<p>E o Chris ainda acrescentou:</p>
<blockquote><p>Temos o Reading Festival, em agosto, e talvez algumas semanas de folga depois. Então, por volta de setembro, outubro, nós vamos entrar no estúdio e começar a escrever e trabalhar nas músicas.</p></blockquote>
<p>E agora me digam vocês, quem ficou ansioso aí?</p>
<p>Fonte: <a href="www.nme.com" target="_blank">NME</a> , <a href="http://www.qthemusic.com/" target="_blank">Q Magazine</a>.<!-- PHP 5.x --></p>
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		<title>Estadão: Coadjuvantes no maior show da Terra</title>
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		<pubDate>Sun, 17 Apr 2011 17:43:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator>mems</dc:creator>
				<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
		<category><![CDATA[abertura U2]]></category>
		<category><![CDATA[chris wolstenholme]]></category>
		<category><![CDATA[entrevista]]></category>
		<category><![CDATA[estado de são paulo]]></category>

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		<description><![CDATA[Essa matéria saiu no jornal O Estado de São Paulo, na edição da última sexta-feira (15/04). Confiram a transcrição: Antes da última apresentação do U2, anteontem, baixista do Muse falou ao Estado. Chris Wolstenholme era o cara que, no Morumbi lotado, antes do Muse tocar Knights of Cydonia, última música do seu set, pegava sua [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Essa matéria saiu no jornal <b>O Estado de São Paulo</b>, na edição da última sexta-feira (15/04). Confiram a transcrição:</p>
<div id="attachment_14001" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><a href="http://www.musebr.com/v3/wp-content/uploads/2011/04/muse_sao_paulo_9_abril_2011_morumbi-29.jpg" rel="lightbox[14062]"><img class="size-medium wp-image-14001" src="http://www.musebr.com/v3/wp-content/uploads/2011/04/muse_sao_paulo_9_abril_2011_morumbi-29-300x159.jpg" alt="" width="300" height="159" /></a><p class="wp-caption-text">Foto do dia 09/04/11</p></div>
<p>Antes da última apresentação do U2, anteontem, baixista do Muse falou ao Estado.</p>
<p>Chris Wolstenholme era o cara que, no Morumbi lotado, antes do Muse tocar Knights of Cydonia, última música do seu set, pegava sua gaitinha e fazia uma homenagem a Ennio Morricone, ensaiando uma introdução de Man with a Harmonica.</p>
<p>Wolstenholme é o baixista da banda britânica Muse. Tem 32 anos, 5 filhos, uma casa de classe média em Dublin e, desde janeiro de 1999, faz turnês pelo mundo e torce para que terminem antes do Natal. &#8220;Gosto de passar os feriados em casa, com as crianças&#8221;, disse Chris, falando ao Estado pouco antes de sua última apresentação na abertura do U2, anteontem.</p>
<p><b>Você vai fazer seu último concerto esta noite no maior concerto de rock de todos. Como se sentiu dentro disso? Esta tour tem o tamanho real do rock?</b></p>
<blockquote><p>&#8220;Eu acho que o U2 é um caso à parte. Quero dizer: em termos de tocar ao vivo, acho que não há ninguém maior que eles. Talvez apenas os Stones tenham feito frente a eles. A outra coisa é que eles vêm tocando juntos, e ininterruptamente, há um longo período de tempo. A maioria das bandas, às vezes, tornam-se, com o passar do tempo, apenas nostálgicas. Não é o caso do U2. A música que fazem hoje ainda é moderna, e sempre estão renovando seu som com o que há de mais moderno. São relevantes ainda. E olhe para a plateia deles: há crianças, adolescentes, senhores de idade. É um mix humano. É um prazer adicional tocar para o público deles, porque não é apenas um tipo de pessoa. Eles ultrapassaram barreiras de tempo&#8221;.</p></blockquote>
<p><b>Você, como baixista, como analisa a performance de Adam Clayton, do U2, considerado um dos melhores do mundo? Ele é um ídolo para você?</b></p>
<blockquote><p>&#8220;Há alguma coisa de similar entre nós e o U2, que é o fato de sermos bandas básicas. Só há uma guitarra em cada grupo. Isso dá ao baixista um papel mais relevante na condução. Às vezes há bandas com dois gruitarristas, às vezes até três. E o baixista acaba fazendo apenas marcação de ritmo. O que acho bacana sobre Adam é que ele é cheio de groove, e age como uma moldura, ajuda The Edge a atingir o máximo de sua performance. É muito parecido com o que nós fazemos. Matt se sente mais livre para solar ao máximo&#8221;.</p></blockquote>
<p><b>No sábado, Bono comparou vocês aos grupos Cream e a Jimi Hendrix. O que achou?</b></p>
<blockquote><p>&#8220;(Risos) Não conheço muito o Cream, para ser honesto. Mas é óbvio que Jimi Hendrix&#8230; Mesmo quem não foi influenciado por ele, acabou sendo influenciado por uma banda que foi influenciada por ele. Aquela disposição de Hendrix, de tocar de forma livre, a improvisação, isso é muito especial. Todos aqui amamos Jimi. Mudou o jeito das pessoas tocarem guitarra, o instrumento virou uma extensão do instrumentista&#8221;.</p></blockquote>
<p><b>E agora, que tudo acabou, você vai sentir falta desse circo?</b></p>
<blockquote><p>É claro. Nossa turnê atual, The Resistance, é uma das mais longas, já dura 18 meses. Depois do Brasil, vamos para a Rússia. Íamos parar há alguns meses, mas aí veio a oportunidade de abrir para o U2 e aceitamos, porque não tínhamos vindo para a América do Sul com nosso último álbum. E vamos no embalo: faremos mais dois festivais nos Estados Unidos e depois encerramos com shows em casa, nos festivais de Reading e Leeds. O problema é que tivemos de parar de trabalhar no nosso novo disco. Essa sensação de prog-rock que você sentiu no álbum, ou a presença de um som parecido com o Queen, isso decorre do fato de que nós quisemos deixar nossas influências predominarem. Não sei como será o próximo disco. Às vezes, temos algumas ideias, mas quando vamos ao estúdio, elas se tornam mais e mais experimentais. Não sei o que virá&#8221;.</p>
<p>&nbsp;</p></blockquote>
<p><!-- PHP 5.x --></p>
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		<title>Entrevista da VMusic com o Dom</title>
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		<pubDate>Mon, 20 Dec 2010 19:27:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>lays.howard</dc:creator>
				<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
		<category><![CDATA[Dom Howard]]></category>
		<category><![CDATA[entrevista]]></category>
		<category><![CDATA[vmusic]]></category>

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		<description><![CDATA[Na entrevista cedida à VMusic, Dom falou sobre falou sobre os novos termos que aprendeu durante a turnê na Austrália, alguns problemas que já tiveram com as três torres nos shows e ainda sobre o encontro com a Jane Fonda num bar em Los Angeles. Confira: Fonte: VMusic]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<div id="_mcePaste">Na entrevista cedida à VMusic, Dom falou sobre falou sobre os novos termos que aprendeu durante a turnê na Austrália, alguns problemas que já tiveram com as três torres nos shows e ainda sobre o encontro com a Jane Fonda num bar em Los Angeles.</div>
<p>Confira:</p>
<p><object width="500" height="306"><param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/Kjho7pqh7v4?fs=1&amp;hl=pt_BR"></param><param name="allowFullScreen" value="true"></param><param name="allowscriptaccess" value="always"></param><embed src="http://www.youtube.com/v/Kjho7pqh7v4?fs=1&amp;hl=pt_BR" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="500" height="306"></embed></object></p>
<p>Fonte: <a href="http://www.vmusic.com.au/home" target="_blank">VMusic</a><!-- PHP 5.x --></p>
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		<title>Entrevista com Chris no Technician</title>
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		<pubDate>Fri, 22 Oct 2010 21:50:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>mems</dc:creator>
				<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
		<category><![CDATA[chris]]></category>
		<category><![CDATA[entrevista]]></category>
		<category><![CDATA[technician]]></category>

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		<description><![CDATA[Technician teve a oportunidade de bater um papo com Chris Wolstenholme, o baixista e vocal de apoio da banda inglesa Muse. Para inaugurar a turn&#234; de outono norte-americana, os rockeiros alternativos tocar&#227;o no RBC Center, na pr&#243;xima ter&#231;a-feira. Ser&#225; a primeira apari&#231;&#227;o da banda na capital desde que tocaram com o U2 no Carter-Finley Stadium, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a href="http://www.technicianonline.com/features/q-a-with-chris-wolstenholme-1.2378513?pagereq=1" target="_blank">Technician</a> teve a oportunidade de bater um papo com <b>Chris Wolstenholme</b>, o baixista e vocal de apoio da banda inglesa <b>Muse</b>. Para inaugurar a turn&#234; de outono norte-americana, os rockeiros alternativos tocar&#227;o no RBC Center, na pr&#243;xima ter&#231;a-feira. Ser&#225; a primeira apari&#231;&#227;o da banda na capital desde que tocaram com o U2 no Carter-Finley Stadium, em 2009.</p>
<p><a href="http://www.musebr.com/v3/wp-content/uploads/2010/10/chris-wolstenholme-technician.jpg" rel="lightbox[12370]"><img class="aligncenter size-medium wp-image-12369" src="http://www.musebr.com/v3/wp-content/uploads/2010/10/chris-wolstenholme-technician-191x300.jpg" alt="" width="191" height="300" /></a>Technician: Como o Muse come&#231;ou?</p>
<blockquote><p>Wolstenholme: T&#237;nhamos uns 15 anos, muitas pessoas estavam chegando naquela idade de terminar o col&#233;gio, de pensar em uma carreira profissional e no que gostariam de fazer, tinham perdido o interesse (em fazer parte de uma banda). Acho que eu, Matt (vocalista) e Dom (baterista) &#233;ramos umas das poucas pessoas que gostariam de continuar na m&#250;sica, estar em uma banda e nos sentirmos parte de alguma coisa. Foi mais uma coincid&#234;ncia, na verdade. A banda de Matt e Dom acabou e a minha estava indo pelo mesmo caminho. Os dois come&#231;aram a trabalhar em sua pr&#243;pria banda e me chamaram pra tocar com eles. Eu era baterista na &#233;poca e eles queriam algu&#233;m para tocar baixo e fazer backing vocals, ent&#227;o eles perguntaram se eu poderia fazer isso. Eu nunca tinha tocado em um baixo at&#233; aquele ponto da minha vida. Ensaiei algumas vezes com eles e tudo come&#231;ou ali, era 1994.</p>
<p>Mas levou um bom tempo para embalarmos. Os primeiros cinco anos foram muito duros. Acho que particularmente naquela parte do pa&#237;s em que viv&#237;amos n&#227;o havia um cen&#225;rio musical rolando na &#233;poca. N&#227;o era como em Londres ou Manchester, n&#243;s mor&#225;vamos numa parte rural do Reino Unido e existiam poucos lugares para tocar. Passamos mais tempo ensaiando do que fazendo shows.</p>
<p>Assim que assinamos com a Maverick e diferentes selos em diferentes pa&#237;ses, fazer turn&#234;s passou a ser tudo para a gente. Ca&#237;mos na estrada e nunca olhamos para tr&#225;s. Acredito que tenha sido um &#243;timo jeito de projetar a banda. Para n&#243;s, fazer apresenta&#231;&#245;es &#233; muito importante. Acho que estamos em uma boa posi&#231;&#227;o agora, j&#225; que a ind&#250;stria de venda de &#225;lbuns passa por um mau momento. E sabemos que podemos fazer show praticamente em qualquer lugar do mundo.</p></blockquote>
<p>Technician: O que inspira a m&#250;sica de voc&#234;s?</p>
<blockquote><p>W: Acho que a &#250;nica coisa que sempre fizemos em rela&#231;&#227;o &#224; m&#250;sica &#233; variar. Turn&#234;s musicais s&#227;o como educa&#231;&#227;o. Sempre estivemos abertos a explorar diferentes &#225;reas da m&#250;sica e diferentes maneiras de faz&#234;-la. H&#225; algumas influ&#234;ncias &#8211; particularmente nos &#225;lbuns mais recentes &#8211; que n&#227;o s&#227;o necessariamente de m&#250;sicas que n&#243;s ouvimos. Mas s&#227;o definitivamente abordagens &#224; m&#250;sica que consideramos atraentes. Nos &#250;ltimos dois &#225;lbuns, tivemos influ&#234;ncias eletr&#244;nicas. Eu n&#227;o escuto muito essas m&#250;sicas eletr&#244;nicas horrorosas, mas estou certamente interessado no modo com que s&#227;o produzidas, pois s&#227;o realmente diferentes de produzir faixas que levam guitarras. A m&#250;sica com guitarras sempre nos definiu e acho que continuar&#225; sendo assim. Sinto que entre n&#243;s tr&#234;s, h&#225; ainda muita coisa a ser feita com guitarras. Mas se voc&#234; realmente quiser expandir seu repert&#243;rio, precisa ser influenciado por outras coisas. Matt sempre foi fortemente influenciado pela m&#250;sica cl&#225;ssica, ent&#227;o a m&#250;sica cl&#225;ssica combinada com o rock e com certos elementos do g&#234;nero eletr&#244;nico criaram o som totalmente novo que estamos fazendo.</p></blockquote>
<p>Technician<b>: </b>Qual &#233; a sua parte preferida quando se trata de fazer turn&#234;s?</p>
<blockquote><p>W: Obviamente &#233; o show. Todos os dias voc&#234; acorda e a &#250;nica coisa pela qual anseia &#233; entrar no palco. Fora o show, &#233; uma oportunidade de ver o mundo. Existem muitos pa&#237;ses que s&#227;o lugares que eu pensei que nunca fosse visitar em um milh&#227;o de anos. &#201; &#243;timo ter essas experi&#234;ncias, acho que te fazem manter a mente aberta, ver diferentes culturas e pessoas. Claro que a viagem &#233; muito dif&#237;cil &#224;s vezes &#8211; voc&#234; passa muito tempo meio mal por causa da diferen&#231;a de fuso, espera muito em aeroportos, carros, vans e &#244;nibus de turn&#234;s. Inicialmente, &#233; muito excitante porque voc&#234; viaja o tempo todo, mas depois fica cansativo e assim que voc&#234; passa dessa fase, tudo acaba se tornando um modo de vida. Para n&#243;s, embarcar num avi&#227;o &#233; como entrar em um &#244;nibus para a maioria das pessoas.</p></blockquote>
<p>Technician:<b> </b>Voc&#234; tem hist&#243;rias de f&#227;s malucos?</p>
<blockquote><p>W: N&#243;s somos seguidos &#224;s vezes, mas depende de onde voc&#234; est&#225;. Quando vamos para a &#193;sia, Jap&#227;o e lugares assim, em que muitas bandas da Europa ou da Am&#233;rica n&#227;o v&#227;o tanto, os f&#227;s ficam meio extasiados quando algu&#233;m aparece por l&#225;.</p>
<p>&#201; engra&#231;ado, voc&#234; chega ao aeroporto e tem centenas de pessoas para te cumprimentar. &#201; bem hil&#225;rio quando voamos para Nova York, Heathrow ou alguma cidade grande e ningu&#233;m d&#225; a m&#237;nima. Mas quando vamos para a Indon&#233;sia ou T&#243;quio, por exemplo, centenas de pessoas est&#227;o no aeroporto para conseguir aut&#243;grafos. No hotel, sempre tem algum f&#227; escondido atr&#225;s da cortina ou andando no sagu&#227;o como se fosse h&#243;spede. De repente, voc&#234; se v&#234; cercado por 30 pessoas de uma vez. Mas n&#227;o acho que tenha existido alguma situa&#231;&#227;o muito doida. Se &#233; algo que te irrita, ent&#227;o voc&#234; provavelmente n&#227;o deveria estar em uma banda. Acho que o motivo pelo qual a maioria das pessoas forma bandas &#233; que elas querem ser amadas e s&#227;o inseguras &#8211; &#233; por isso que voc&#234; entra em um grupo; voc&#234; se torna um exibido.</p></blockquote>
<p>Technician: Existe algum trabalho novo ou agora voc&#234;s est&#227;o focados em promover The Resistance?</p>
<blockquote><p>W: Estamos concentrados nos shows agora e chegando ao fim de um ciclo de turn&#234;s. O ano que vem n&#227;o ser&#225; realmente um ano para fazer tour. L&#225; pelo fim do ano que vem, nos juntaremos para come&#231;ar a trabalhar em material novo. Estou certo de que Matt j&#225; tem muitas id&#233;ias para m&#250;sicas novas. N&#227;o estamos com pressa de lan&#231;ar um &#225;lbum novo. &#201; mais importante descansar um pouco depois desse &#225;lbum, porque n&#227;o tivemos uma folga de verdade nos &#250;ltimos doze anos. Acho que todos n&#243;s sentimos que esse &#233; o momento certo para fazer isso, n&#227;o desaparecer completamente, mas tirar umas f&#233;rias por um tempo. Fizemos tanta coisa, lan&#231;amos um &#225;lbum a cada dois anos e meio ou tr&#234;s nos &#250;ltimos doze anos e eu acho que devemos fazer as pessoas esperarem um pouco. Mantenha-os famintos.</p></blockquote>
<p><!-- PHP 5.x --></p>
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		<title>[Entrevista - Kerrang! 2004] A verdade está lá fora&#8230;</title>
		<link>http://www.musebr.com/v3/entrevista-kerrang-2004-a-verdade-esta-la-fora/</link>
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		<pubDate>Fri, 23 Jul 2010 13:27:04 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cris_of_Cydonia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
		<category><![CDATA[chris wolstenholme]]></category>
		<category><![CDATA[Dom Howard]]></category>
		<category><![CDATA[entrevista]]></category>
		<category><![CDATA[kerrang]]></category>
		<category><![CDATA[matt bellamy]]></category>
		<category><![CDATA[Traduções]]></category>

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		<description><![CDATA[Sendo amigos há 10 anos, os três membros de Muse se conhecem de dentro prá fora. Ou eles achavam que se conheciam, até encarar nossa última técnica de interrogatório diabólico… Na coletiva, MUSE está sentado nos fundos em confortáveis sofás, enquanto eles bebem café e pedem comida no Bartok, um elegante bar na Camden’s Chalk [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><b>Sendo amigos há 10 anos, os três membros de Muse se conhecem de dentro prá fora. Ou eles achavam que se conheciam, até encarar nossa última técnica de interrogatório diabólico…</b></p>
<p style="text-align: center"><b><a href="http://www.musebr.com/galeria/displayimage.php?album=2&amp;pid=400#top_display_media" target="_blank"><img class="aligncenter size-medium wp-image-11099" src="http://www.musebr.com/v3/wp-content/uploads/2010/07/kerrangpics0011nu-e1260245894471-215x300.jpg" alt="" width="215" height="300" /></a><br />
</b></p>
<p>Na coletiva, MUSE está sentado nos fundos em confortáveis sofás, enquanto eles bebem café e pedem comida no <em>Bartok</em>, um elegante bar na <em>Camden’s Chalk Farm Road</em> que abriu especialmente para essa ocasião. De volta à Inglaterra depois de um curto período de turnê nos Estados Unidos, alguém que olhar pelo lado de fora nessa brilhante tarde de Novembro dificilmente suspeitaria pelo seu comportamento, que os senhores Bellamy, Wolstenholme e Howard em breve tocarão o maior show de suas carreiras em Londres &#8211; <em>Earl’s Court Exhibition Centre</em>, com capacidade para 20.000 pessoas. Antes de o almoço chegar, no entanto, os três se acomodam para a tarefa em mãos, que é perguntar uns aos outros algumas perguntas diabólicas. Essas perguntas foram cuidadosamente criadas pelos melhores psicólogos e habilmente concebidas para desvendar os corações e as almas de Matt, Dom e Chris.</p>
<p>Dom e Chris permanecem relaxados, enquanto Matt de repente começa a ficar impaciente e tem que ser verbalmente impedido de mergulhar em seu ‘copo da verdade’.</p>
<blockquote><p><em>Quem escreveu essas perguntas?</em> exige Matt. <em>Ah, quem se importa?</em></p></blockquote>
<p>Ele finalmente dá de ombros, antes que alguma resposta lhe seja oferecida.</p>
<blockquote><p><em>Quem é o primeiro?</em></p></blockquote>
<p>É o senhor!</p>
<p><b>Chris</b>: Matt, você já rejeitou uma música por ela ser boa demais?</p>
<p><b>Matt</b>: (ri) Não. Nunca por essa razão, não. E eu ainda acho que ainda não chegamos nem um pouco perto de nada parecido com isso, no que diz respeito a ser ‘bom demais’.</p>
<p><b>Matt</b>: Se eu deixasse a banda e você pudesse escolher qualquer pessoa na história para me substituir, quem você escolheria?</p>
<p><b>Dom</b>: Jimi Hendrix. Bom, ele é o guitarrista preferido do Matt, eu acho. E meu também. Além do mais, acho que ele se encaixaria bem na <em>vibe</em> do trio. Funcionaria.</p>
<p><b>Dom</b>: Você alguma vez já me espionou fazendo alguma coisa embaraçosa, mas me poupou da vergonha não me contando?</p>
<p><b>Matt</b>: Hmmm, boa pergunta. Tenho certeza de que há alguma coisa. Hmmm.</p>
<p><b>Dom</b>: Uma vez você me viu fazendo sexo.</p>
<p><b>Matt</b>: Isso é verdade: eu entrei no quarto e o filmei com uma câmera de visão noturna. Ah, já sei – uma vez eu o vi passando hidratante.</p>
<p><b>Chris</b>: O que você diria se eu dissesse que inventei algum tipo de maquiagem/fantasia estilo <em>Kiss</em> e quisesse incorporar isso no palco?</p>
<p><b>Matt</b>: Eu diria que já não era sem tempo! (ri) Já está na hora de nos elevarmos ao próximo nível, eu diria. Eu estou esperando que esses dois venham com alguma idéia; eu ficaria muito feliz, sim. Mas eu sei que esses dois provavelmente não virão.</p>
<p><a href="http://www.musebr.com/galeria/displayimage.php?album=2&amp;pid=401#top_display_media" target="_blank"><img class="aligncenter size-medium wp-image-11104" src="http://www.musebr.com/v3/wp-content/uploads/2010/07/Kerrang2040_3-200x300.jpg" alt="" width="200" height="300" /></a></p>
<p><b>Chris</b>: Eu acho que eu provavelmente iria, mas não sei sobre o <em>Kiss</em>.</p>
<p><b>Matt</b>: O que você acha de eu receber toda atenção e bajulação?</p>
<p><b>Matt</b>: Eu não recebo toda atenção!<em> </em><em>Bollocks. Bollocks. Bollocks</em>. (Descarta a pergunta, escolhe uma nova.)</p>
<p><b>Matt</b>: Se eu quisesse gravar um álbum solo, quão preocupado você ficaria?</p>
<p><b>Chris</b>: Se eu puder tocar baixo nele, ficaria tudo certo. (ri)</p>
<p><b>Dom</b>: Qual de nós precisa consultar um analista, e por quê?</p>
<p><b>Matt</b>: Eu acho que todos nós temos segredos escondidos. Eu nunca consultei um, embora minha namorada seja uma. Bom, não é profissional ainda, mas provavelmente ela será.</p>
<p><b>Matt</b>: Se você tivesse que escolher uma fantasia para mim, você escolheria Batman, Superman ou Mulher Maravilha?</p>
<p><b>Chris</b>: Batman.</p>
<p><b>Matt</b>: Esse é meio sombrio. Eu não sou uma pessoa sombria; eu sou o raio de sol da sua vida.</p>
<p><b>Dom:</b> Bom, eu diria Mulher Maravilha.</p>
<p><b>Matt</b>: Isso é como ele quer me ver. Desde que eu o vi curvado para receber uma injeção na bunda, tem havido uma energia muito estranha entre nós. (ri). Definitivamente há uma cisma.</p>
<p><a href="http://www.musebr.com/galeria/displayimage.php?album=2&amp;pid=399#top_display_media" target="_blank"><img class="aligncenter size-medium wp-image-11105" src="http://www.musebr.com/v3/wp-content/uploads/2010/07/Kerrang2040_4-234x300.jpg" alt="" width="234" height="300" /></a></p>
<p><b>Dom</b>: Do que você se cansa de me ouvir reclamar?</p>
<p><b>Matt</b>: De eu estar atrasado.</p>
<p><b>Chris</b>: Abrir o chimbal. Aquelas coisinhas bobas na bateria.</p>
<p><b>Matt</b>: Na verdade, ele não reclama muito, reclama?</p>
<p><b>Dom</b>: Verdade? Eu achava que era um reclamão.</p>
<p><b>Chris</b>: Quem é o pior lutador?</p>
<p><b>Matt</b>: Se você é pequeno que nem eu, você tem que fazer outras coisas. Se você não tem a força física, você tem que usar armas. Não é que eu lute que nem uma garota, mas eu usaria qualquer objeto que estivesse à mão.</p>
<p><b>Dom</b>: Na verdade, eu acho que eu sou o pior. Uma vez eu dei um soco em um cara e achei que eu era super durão, e então ele voltou e acabou comigo de uma vez. Foi muito vergonhoso. Então, sim, é mais provável que eu perca, mas eu morderia a perna de alguém.</p>
<p><b>Matt</b>: O que você acha do meu senso de estilo?</p>
<p><b>Dom</b>: (ri) Muito aguçado, ultimamente. Ao contrário de… calças brilhantes e camisas reluzentes.</p>
<p><b>Matt</b>: Maquiagem, calças brilhantes. Esses foram os bons velhos tempos. Eu sinto falta daquilo.</p>
<p><b>Dom</b>: Qual é pior coisa de dividir o ônibus de turnê comigo?</p>
<p><b>Matt</b>: Todas as suas frescuras. A escova elétrica dele simplesmente me irrita. Isso me lembra do quanto eu <em>não</em> sou limpo.</p>
<p><b>Chris</b>: Se uma nave especial pousasse em nossa frente e uma escotilha se abrisse – qual de nós seria louco o suficiente para ir a bordo?</p>
<p><b>Dom</b>: Eu iria.</p>
<p><b>Chris</b>: Eu iria querer ver as criaturas primeiro.</p>
<p><b>Matt</b>: Eu não iria sozinho. Se eu soubesse que iríamos todos juntos, ficaria feliz em ir à frente.</p>
<p><b>Matt</b>: Você acha que eu sou um cara bonitão?</p>
<p><b>Matt</b>: Isso é ridículo; eu não posso fazer uma pergunta dessas (Descarta a pergunta e escolhe uma nova)</p>
<p><b>Matt</b>: Você é freqüentemente reconhecido quando sai para fazer compras?</p>
<p><b>Dom</b>: O tempo todo – eles acham que eu sou o Matt.</p>
<p><b>Matt</b>: Verdade?</p>
<p><b>Dom</b>: Na verdade eu fui reconhecido há dois dias numa loja de música em Islington.</p>
<p><b>Chris</b>: Eu fui reconhecido em Co – Op uma vez. Eu tive que assinar um recibo.</p>
<p><b>Chris</b>: Qual meu hábito mais irritante?</p>
<p><b>Matt</b>: Peidar. Eu posso reconhecer seus peidos tanto pelo cheiro quanto pelo volume.</p>
<p><b>Dom</b>: Se eu estou em um quarto de hotel, dois andares acima dele, eu posso ouvi-lo. E eu fico, tipo ‘Jesus’. Ele é barulhento.</p>
<p><b>Matt</b>: Se eu tivesse um problema com a higiene, você me diria?</p>
<p><b>Dom</b>: Eu digo todos os dias. (ri) Tome um banho. Escove seus dentes.</p>
<p><b>Matt</b>: Verdade, verdade.</p>
<p><b>Dom</b>: Qual de nós tem a melhor coleção de filmes?</p>
<p><b>Matt</b>: Chris. Ele tem todos os filmes do Bond.</p>
<p><b>Chris</b>: Em vídeo e DVD. Eu tento comprar por volta de cinco DVDs por semana.</p>
<p><b>Chris</b>: Qual é a pior parte de fazer parte de Muse?</p>
<p><b>Matt</b>: “…”</p>
<p><b>Chris</b>: “…”</p>
<p><b>Dom</b>: “…”</p>
<p><b>Matt</b>: Nossas obrigações legais. A parte do negócio. É complicado. Eu não desejaria isso prá ninguém.</p>
<p><b>Matt</b>: Tem alguma música que você odeia, ou odiava, tocar ao vivo?</p>
<p><b>Dom</b>: Err, não.</p>
<p><b>Chris</b>: Eu ficava meio desconfortável com ‘Blackout’, pois eu não tocava teclado até essa música. Eles me fizeram aprender e eu não era um tecladista natural. Eu estava muito apreensivo, no início, mas agora posso tocar numa boa.</p>
<p><b>Matt</b>: Para mim seria uma música chamada ‘Cave’. Ela estava no primeiro álbum, mas provavelmente é a música mais antiga. Era uma combinação de, primeiro, era velha; e segundo, no vocal tinha uma nota que eu tinha que segurar por muito tempo. Era uma nota muito longa. É muito estranho que ainda peçam para tocá-la. <em>Hardcore</em>.</p>
<p><b>Chris</b>: Quem é a maior <em>puta</em>?</p>
<p><b>Dom</b>: Matt é a maior. E nós somos suas putinhas.</p>
<p><a href="http://www.musebr.com/galeria/displayimage.php?album=2&amp;pid=398#top_display_media" target="_blank"><img class="aligncenter size-medium wp-image-11106" src="http://www.musebr.com/v3/wp-content/uploads/2010/07/Kerrang2040_5-300x159.jpg" alt="" width="300" height="159" /></a></p>
<p><b>Dom</b>: Se uma cobra venenosa picasse minha bunda, você chuparia o veneno?</p>
<p><b>Matt</b>: Eu ficaria mais do que feliz por fazê-lo. Eu tenho treinamento médico – eu fiz um curso de primeiros-socorros. Eu posso fazer recussitação, boca-a-boca, todas essas coisas. Se você cortar uma artéria, eu poderia estancar o sangramento; amarrar um cinto na virilha, bem apertado, ficaria ali e diria ‘CALA A BOCA!’. Sabe aquela coisa que você vê nos filmes de esmurrar o peito, que você pode realmente trazer alguém de volta à vida fazendo aquilo? Tudo o que você pode fazer é mantê-los vivos até alguém aparecer com um eletrodo. Você está basicamente bombeando o sangue pelo corpo para mantê-los vivos; isso é tudo. Afogamento já é um caso diferente, se alguém engole muita água, você pode apenas soprar para o pulmão dele e então talvez ele possa tossir e mandar toda a água prá fora de novo. Mas, sim, o veneno; eu não sou assim tão avançado, mas eu tentaria.</p>
<p><b>Dom</b>: E se ela picasse meu pênis?</p>
<p><b>Matt</b>: Então eu o deixaria morrer.</p>
<p><b>Chris</b>: Quem é o maior mão-de-vaca?</p>
<p><b>Matt</b>: Dom. Embora isso dependa do que você quer dizer. (ri). Deixa eu pensar. Erm… Eu acho que todos somos bons com relação ao dinheiro, para ser sincero. Somos bem generosos. E, sim, nós fazemos caridade. Mas não gostamos de falar sobre isso. Nós só doamos uma quantia para a Oxfam e é isso. Nós não saímos por aí (faz uma voz boba) ‘Oh, olhe prá mim’. A Bíblia diz que se você cantar sobre isso, você não ganha o reconhecimento por fazê-lo. Então eu só canto sobre isso e gasto todo o resto. (ri).</p>
<p><b>Dom</b>: Quem é o melhor esportista?</p>
<p><b>Matt</b>: Chris.</p>
<p><b>Chris</b>: Anos atrás eu poderia ter aceitado isso, mas hoje em dia, eu caio e quebro meu pulso enquanto jogo futebol no concreto; então eu não posso ser assim tão bom.</p>
<p><b>Chris</b>: Se eu desenvolvesse um super poder, eu o usaria para o bem ou para o mal?</p>
<p><b>Matt</b>: Um pouco de cada.</p>
<p><b>Dom</b>: Eu acho que você provavelmente nem saberia.</p>
<p><b>Matt</b>: Eu estou em contato com o meu lado feminino?</p>
<p><b>Matt</b>: Na verdade essa pergunta não é minha; eu roubei do copo do Dom.</p>
<p><b>Dom</b>: Em contato com seu lado feminino? Err. Sim e não. Na verdade, quer dizer, sim, mas ao mesmo tempo&#8230; não. (ri).</p>
<p><b>Matt</b>: Porque? O que você quer dizer?</p>
<p><b>Dom</b>: Bom, você está, pois você usa roupas de mulher.</p>
<p><b>Matt</b>: Eu uso?</p>
<p><b>Dom</b>: Mas, quando eu tentei te beijar, você não gostou.</p>
<p style="text-align: center"><a href="http://www.musebr.com/galeria/displayimage.php?album=2&amp;pid=367#top_display_media" target="_blank"><img class="aligncenter size-medium wp-image-11100" src="http://www.musebr.com/v3/wp-content/uploads/2010/07/matt-bellamy-168-226x300.jpg" alt="" width="226" height="300" /></a></p>
<p>Obrigada a @Ricardodkn @Mah_V @RockersOnHeaven @rogerio_v @AnaKrishna @dwinejr @Gui_Drummer pela ajudinha na tradução!<b></b></p>
<p>E obrigada a @Lannymissmuse pela idéia da entrevista!<a href="http://twitter.com/Lannymissmuse"><br />
</a><!-- PHP 5.x --></p>
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		<title>Entrevista com Matt em jornal francês</title>
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		<pubDate>Mon, 19 Jul 2010 21:08:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>mems</dc:creator>
				<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
		<category><![CDATA[entrevista]]></category>
		<category><![CDATA[frança]]></category>
		<category><![CDATA[matt]]></category>
		<category><![CDATA[vieilles charrues]]></category>

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		<description><![CDATA[Na semana passada, Muse fez uma apresentação no Festival Vieilles Charrues. Um noticiário francês exibiu uma curta entrevista com Matt. Confira: Muse carrega dezenas de milhares de fãs. Devemos dizer que esses artistas britânicos fazem um imenso sucesso na França. Roman Goichon e Marc Toboni foram ao show da banda no Stade de France, uns [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Na semana passada, Muse fez uma apresentação no <b>Festival Vieilles Charrues</b>. Um noticiário francês exibiu uma curta entrevista com Matt.</p>
<div id="attachment_11025" class="wp-caption aligncenter" style="width: 310px"><a href="http://www.musebr.com/v3/wp-content/uploads/2010/07/Vieilles-Charrues.jpg" rel="lightbox[11067]"><img class="size-medium wp-image-11025" src="http://www.musebr.com/v3/wp-content/uploads/2010/07/Vieilles-Charrues-300x178.jpg" alt="" width="300" height="178" /></a><p class="wp-caption-text">Matt no Festival Vieilles Charrues</p></div>
<p>Confira:</p>
<p>Muse carrega dezenas de milhares de fãs. Devemos dizer que esses artistas britânicos fazem um imenso sucesso na França. Roman Goichon e Marc Toboni foram ao show da banda no Stade de France, uns dias atrás.</p>
<p>10 milhões de álbuns vendidos no mundo todo. Muse não faz coisas medianas, mas sim um rock grandioso. Esses três homens ingleses se conheceram no colégio, nos anos 90. Há mais de 15 anos eles tocam um rock futurístico e lírico, feito para estádios.</p>
<blockquote><p>“A maioria das bandas britânicas tende a procurar sucesso primeiro na Inglaterra, mas nós o encontramos primeiro no exterior, na França”.</p></blockquote>
<p>Muse está em seu quinto álbum, The Resistance, e desde o começo da carreira a banda foi inspirada por ficção científica e cenários um pouco paranóicos.</p>
<blockquote><p>“Claro, a evolução demora milhões e milhões de anos para chegar em algo novo. Mas nós somos seres orgânicos e nascemos em um ambiente desfavorável. Eu acho que esse sentimento de ansiedade vem daí.”</p></blockquote>
<p>Em 10 anos, o Muse alcançou uma ofuscante ascensão, com afrescos musicais marcados pela formação clássica de seu vocalista e pelo fato de que toda vez que colocam à venda ingressos para seus shows em estádios, eles desaparecem em menos de meia hora.</p>
<p>Fonte: <a href="http://board.muse.mu/showthread.php?t=76330" target="_blank">board muse.mu</a><!-- PHP 5.x --></p>
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		<title>Entrevista com Matt no Daily Star</title>
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		<pubDate>Tue, 13 Jul 2010 17:25:22 +0000</pubDate>
		<dc:creator>mems</dc:creator>
				<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
		<category><![CDATA[daily star]]></category>
		<category><![CDATA[entrevista]]></category>
		<category><![CDATA[matt]]></category>
		<category><![CDATA[novo álbum]]></category>
		<category><![CDATA[oxegen]]></category>

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		<description><![CDATA[Antes de tocar no Oxegen, Matt conversou com o jornal Daily Star sobre o festival e contou mais coisas sobre o próximo álbum. Veja a tradução: Novamente, eles elevaram seu nível significantemente. Com o último album, The Resistance, eles estão na cola do U2 na disputa para tornarem-se a maior banda ao vivo do mundo. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Antes de tocar no Oxegen, Matt conversou com o jornal <b>Daily Star</b> sobre o festival e contou mais coisas sobre o próximo álbum. Veja a tradução:</p>
<p><a href="http://www.musebr.com/v3/wp-content/uploads/2010/07/Oxegen2010_4.jpg" rel="lightbox[10989]"><img class="aligncenter size-medium wp-image-10941" src="http://www.musebr.com/v3/wp-content/uploads/2010/07/Oxegen2010_4-300x199.jpg" alt="" width="300" height="199" /></a>Novamente, eles elevaram seu nível significantemente. Com o último album, The Resistance, eles estão na cola do U2 na disputa para tornarem-se a maior banda ao vivo do mundo. Mas em nossa entrevista exclusiva com o Muse, antes de seu show no sábado, o frontman Matt Bellamy foi modesto em relação ao seu status.</p>
<blockquote><p>“Nós temos pelo menos mais uns 10 anos pela frente, antes de chegarmos perto do U2. Eles são uma inspiração para a gente, especialmente quando se trata de realizar um show ao vivo”.</p></blockquote>
<p>A banda abriu shows para Bono e sua turma no ano passado – e conseguiram convidar The Edge para tocar com eles no Glastonbury, no mês passado. Matt explica:</p>
<blockquote><p>“Nós nos sentimos mal pela multidão, já que o U2 teve que cancelar sua apresentação no festival. Decidimos tocar ‘Where the Streets Have No Name’, mas não consegui tocar a parte da guitarra, então convidamos The Edge&#8221;.</p></blockquote>
<p>O guitarrista do U2 não repetiu sua participação especial no Oxegen, no sábado, mas isso não foi preciso, uma vez que o trio – completado por Chris Wolstenholme e Dominic Howard – apresentou um set enérgico.</p>
<blockquote><p>“Nós pensamos na Irlanda como uma segunda casa agora. Chris mora em Dublin com sua família e uma boa parte da minha família vem do Norte, eles estão vindo para nos ver”, diz Matt.</p></blockquote>
<blockquote><p>“Tocaremos nosso setlist de festival no Oxegen. Nós fazemos shows de estádio com OVNI’s, plataformas que giram e todo esse tipo de coisa, mas não podemos trazê-los para os festivais. Tentamos compensar isso usando roupas engraçadas e tocando setlists imprevisíveis.”</p></blockquote>
<p>Famosos por seus espetaculares designs e visuais de palco, nós nos perguntamos se a confiança na tecnologia é às vezes um obstáculo.</p>
<blockquote><p>“Ah, sim. Nós definitivamente já passamos por alguns problemas. Como nos shows em casas fechadas, em que tínhamos três plataformas móveis que subiam a 6 ou 7 metros do chão. No começo, havia uma cortina que caía e nos revelava, mas nos primeiros shows, ela sempre ficava emperrada. Em uma das apresentações, a cortina caiu em cima de mim, então eu tive que tocar com aquele pano enorme me cobrindo, parecendo um fantasma. Mas eu acho que os fãs gostam quando passamos vergonha&#8221;.</p></blockquote>
<p>Quando o assunto é a direção do próximo album, Bellamy explica a diferença entre músicas recentes, como Knights of Cydonia, e material mais antigo, como Sunburn.</p>
<blockquote><p>“Nós estamos sendo influenciados por nossos shows ao vivo e fazendo músicas relevantes para esse tipo de ambiente. O pronome, que antes era “eu”, agora é “nós”. Minha vida pessoal mudou radicalmente no ano passado, muitas coisas aconteceram, então é possível que trabalhemos com coisas mais pessoais. Já escrevi algumas coisas que soam mais maduras, são basicamente menos orquestradas e mais enxutas. Se o álbum inteiro será assim, aí já é outra história&#8221;.</p></blockquote>
<p>As coisas pessoais, caso você esteja pensando nisso, têm muito a ver com sua namorada, Kate Hudson. Bellamy conheceu a atriz em abril e eles têm sido um casal desde então. Recentes reportagens sugerem que a relação é muito séria, já que Matt irá conhecer sua sogra, Goldie Hawn, e não nega a possibilidade de casamento no futuro. Mas quando perguntado sobre a loira, ele diz que essas citações são “absolutamente inventadas”, mas acrescenta que tudo está indo muito bem.</p>
<p>Fonte: <a href="http://board.muse.mu/showthread.php?t=76189" target="_blank">board muse.mu</a><!-- PHP 5.x --></p>
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		<title>Álbum novo à vista!</title>
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		<pubDate>Mon, 12 Jul 2010 15:20:20 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Cris_of_Cydonia</dc:creator>
				<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
		<category><![CDATA[Notícias]]></category>
		<category><![CDATA[Christopher Wolstenholme]]></category>
		<category><![CDATA[entrevista]]></category>
		<category><![CDATA[nme]]></category>

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		<description><![CDATA[O baixista do Muse, Chris Wolstenholme, confirmou à NME que a banda começará a trabalhar em um novo álbum em 2011. Ele disse que o trio planeja entrar em estúdio para produzir o álbum que se seguirá ao &#8220;The Resistance&#8221;, de 2009, depois que fizerem uma pausa ao terminarem a turnê. &#8216;Nós definitivamente começaremos a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O baixista do Muse, <b>Chris Wolstenholme, </b> confirmou à <b>NME</b> que a banda começará a trabalhar em um novo álbum em 2011. Ele disse que o trio planeja entrar em estúdio para produzir o álbum que se seguirá ao &#8220;The Resistance&#8221;, de 2009, depois que fizerem uma pausa ao terminarem a turnê.</p>
<p style="text-align: center;"><a href="http://www.musebr.com/v3/wp-content/uploads/2010/07/T-in-the-Park-2010_4.jpg" rel="lightbox[10965]"><img class="aligncenter size-medium wp-image-10974" src="http://www.musebr.com/v3/wp-content/uploads/2010/07/T-in-the-Park-2010_4-300x168.jpg" alt="" width="300" height="168" /></a></p>
<blockquote><p>&#8216;Nós definitivamente começaremos a trabalhar no novo álbum ano que vem&#8217; , ele revela antes de adicionar: &#8216;Eu acho que nós faremos uma pausa depois desse período de turnê pois é algo que nunca fizemos. Eu acho que o maior período de férias que tivemos foi de 6 semanas nos últimos 12 anos, portanto merecemos umas férias.&#8217;</p></blockquote>
<p>Muse foi o<em> headline</em> na noite de abertura do Festival <b>T In The Park </b>(em 9 de Julho).</p>
<p>Falando sobre o Festival, Wolstenholme adicionou:</p>
<blockquote><p>Foi bem legal aqui. Acho que foi a primeira vez que viemos ao <b>T In The Park</b> e não está chovendo, o que é sempre um bônus pois em qualquer festival que você vá, o clima sempre tem um grande impacto. Ano passado estivemos aqui e estava horrível.</p></blockquote>
<p>Fonte: <a href="http://www.nme.com/news/muse/51997" target="_blank">NME</a><!-- PHP 5.x --></p>
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