Tudo sobre a banda britânica Muse formada por Matt Bellamy, Dom Howard e Chris Wolstenholme.

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Matt na capa da “Guitar Player”

Matt Bellamy saiu na capa da revista “Guitar Player“, edição de junho, que traz uma ótima matéria sobre nosso guitarrista e banda preferidos.

Confira nossa tradução completa:

“O Muse ainda não alcançou aquele nível de histeria, que os saúda pelo resto do planeta, nos Estados Unidos, mas é difícil negar que é uma banda über-popular, com muita experiência musical. O guitarrista Matthew Bellamy recorre a um potpourri de gêneros musicais para combater clichês em seu modo de tocar e comanda um arsenal de tecnologia para moldar sons mais únicos e pessoais – uma questão que o levou a projetar suas próprias guitarras.

De todos os sopros de sorte, timing e talento que foram aglutinados para fazer do Muse uma das maiores bandas de rock do mundo, talvez o mais surpreendente seja o fato de que o grupo capturou a imaginação de milhões de pessoas, fazendo uma criativa miscigenação. Diferente do simplista e monocromático ponto de exclamação que pode ser usado para definir muitas bandas pop, que alcançaram o mesmo gigantesco estrelato, Muse é uma longa frase, que vaga através de muitos estilos, influências e texturas musicais. Como seus conceituais primos Radiohead e Queen, Muse consegue, frequentemente, fundir elementos aparentemente obscuros e muito diferentes com melodias celestiais, que simultaneamente desafiam e deliciam seus ouvintes.

Enquanto o denso mix que é o Muse é um tributo à criatividade irrefreável dos membros do trio – guitarrista/vocalista/principal compositor Matthew Bellamy, baixista Chris Wolstenholme e baterista Dominic Howard – o chefe parece mesmo ser Matt Bellamy, que absorve praticamente tudo do rock progressivo, temas da Ásia e do Centro-Leste, eletrônica, ópera, heavy metal, glam rock, rock n’ roll, gospel e R&B.

Bellamy também ostenta um significante “pedigree” do britrock. Seu pai, George, era guitarrista da banda “The Tornados”, que se juntou ao tragicamente louco produtor Joe Meek para emplacar, em 1962, um hit mundialmente famoso com “Telstar”.

Na areia movediça da evolução musical da banda, Matt insere sua procura por efeitos de guitarra futurísticos – a ponto de desenhar suas próprias guitarras com efeitos embutidos, MIDI wireless e recursos de sintetizadores. Não surpreende que ele seja um grande fã de Jimi Hendrix e Tom Morello e tente canalizar o espírito de suas explorações sônicas para abordagens cheias de tecnologia que trabalham para ele.

No ano passado, o Muse lançou The Resistance – um trabalho conceitual disperso, que mistura partes iguais de genialidade, arrogância e familiaridade.

Seus fãs ou estremeceram de vergonha ou enalteceram a operetta de três partes, “Exogenesis” – um esforço que exigiu mais de 40 músicos para sua realização – e ainda assim, The Resistance conseguiu produzir três singles de sucesso, “Uprising”, “Undisclosed Desires” e “Resistance”. Também parece óbvio que cada faixa procura romper restrições a estilos musicais específicos e adotar um caos criativo.

Tendo dito isso, é ainda mais transcendente ouvir um imenso Matt no palco, livre de qualquer “respeito” ao jeito que as músicas foram feitas em estúdio e totalmente imerso em uma glória de improvisação – uma arena em que ele pode desencadear uma cacofonia gerada pelo kaoss-pad, uma fúria eletrizante e outros efeitos bizarros.

Acesse o Youtube e procure por vídeos ao vivo do Muse, para testemunhar como toda a tecnologia, composição e seus riffs de guitarra característicos juntam-se para expressar alguns momentos espetaculares”.

Written By

A equipe mais animada, doida, faladeira e confusa que um fã clube de Muse poderia ter. Nós amamos Muse de todo o coração assim como (a maioria) dos seus fãs. A dedicação é de coração.

Comments: 9

  • john

    17 de maio de 2010
    reply

    Lindo Mems s2

  • Talita

    17 de maio de 2010
    reply

    que artigo lindo *-*

  • Ale

    17 de maio de 2010
    reply

    AI LAIKE

  • yasmim

    17 de maio de 2010
    reply

    Matt chefão!

    Lindo 🙂

  • LosovoiMuse

    18 de maio de 2010
    reply

    O Matt matou a Glitterati? Ou ela morreu por causas naturais? =O

    • john

      18 de maio de 2010
      reply

      Natural desister após um solo final raivoso de Stockholm Syndrome xD O espírito Origin of caos bateu nele ;p >>
      http://www.musebr.com/v3/the-resistance-tour-ao-vivo-no-myspace/

      • LosovoiMuse

        18 de maio de 2010
        reply

        Wow… Pois é… Quase foi uma morte dupla! Quase que a guitarra morre e quase que o Dom morre. Será que ele bateu no Matt depois?

        • Cris_of_Cydonia

          22 de maio de 2010
          reply

          A Glitterati não morreu não! Tá vivinha! o/

  • T.p

    19 de maio de 2010
    reply

    ADORE O ARTIGO DESSA REVISTA
    MATH BELLAMY É A ALMA DE MUSE, A MELHOR BANDA DO MUNDO!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

    FOREVER IN MY HEART

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